sexta-feira, 16 de abril de 2010

ENGENHARIA BIOMÉDICA


A Bioengenharia


O Engenheiro Biomédico é um profissional com conhecimentos nas áreas de Matemática, Computação, Física e Química que são utilizados para resolver problemas da Biologia e Medicina.

A Engenharia Biomédica é uma especialidade relativamente recente e tem prestado substancial contribuição às ciências biomédicas e à tecnologia aplicada a problemas médicos. Na sua definição mais ampla tem pontos de tangência com outras áreas multidisciplinares do conhecimento, tais como Física Médica, Biomatemática e Informática Médica. Pode-se perceber da definição de Engenharia Biomédica que ela é uma área muito vasta e que hoje é impossível um único indivíduo cobrir toda a gama de conhecimentos.

A ENGENHARIA BIOMÉDICA PODE SER DIVIDIDA EM QUATRO SUB-ÁREAS:

*Bioengenharia: voltada ao desenvolvimento da ciência biomédica estudando o funcionamento de neurônios e de células cardíacas com o auxílio de modelos matemáticos e simulações computadorizadas de sinais dos sistemas nervoso e muscular visando aplicações em clínica e pesquisa.

- Modelagem e simulação de rede neuronal da medula espinhal envolvida em controle motor.
- Estudo experimental da neurofisiologia em seres humanos: reflexos, controle postural, circuitaria neuronal da medula espinhal.
- Processamento de sinais biológicos, técnicas de reconhecimento de padrões e análise de sinais e sistemas caóticos.
- Biomecânica do movimento humano, teoria, modelagem e simulação.
- Efeitos de radiações não ionizantes em seres vivos.

*Engenharia de Reabilitação: objetivando desenvolver sistemas eletrônicos e mecânicos que melhorem as condições de vida de deficientes.

- Modelagem e simulação de rede neuronal da medula espinhal envolvida em controle motor.
- Estudo experimental da neurofisiologia em seres humanos: reflexos, controle postural, circuitaria neuronal da medula espinhal.
- Processamento de sinais biológicos, técnicas de reconhecimento de padrões e análise de sinais e sistemas caóticos.
- Biomecânica do movimento humano, teoria, modelagem e simulação.

- Efeitos de radiações não ionizantes em seres vivos.

- Estimulação elétrica funcional.
- Urodinâmica.

*Engenharia Médica: direcionada ao estudo, projeto e execução de instrumentação (principalmente eletrônica), sensores, próteses, para a área médica.

- Biotelemetria e sensoriamento remoto de sistemas biomédicos.
- Instrumentação analógica/digital e processamento de sinais para a área cardiológica.
- Processamento de imagens Médicas: pesquisa e desenvolvimento de aplicações.

*Engenharia Clínica ou Hospitalar: voltada às atividades de certificação e ensaios de equipamentos médicos, e atividades em hospitais incluindo projeto, adequação e execução de instalações, assessoria em processos de tomada de decisão na aquisição de equipamentos, treinamento e orientação de equipes de manutenção.

- Ensaios e certificação de equipamentos médicos.








Por: Biomédico Josimar Figueiredo

sábado, 30 de janeiro de 2010

Entrevista com Aluno de Biomedicina

Entrevista com Everton Diniz


1) Com relação à formação, quanto tempo leva-se para concluir o curso?

Everton: Entre 4 ou 5 anos, dependendo das qualificações que o estudante almeja adquirir durante o curso. Geralmente pode-se implantar seu curso fazendo disciplinas e estágios opcionais além de se trabalhar em projetos de pesquisa publicando artigos científicos.


2) Está cursando qual semestre?

Everton: No momento o sétimo ( penúltimo).


3) Qual faculdade estuda?

Everton: O primeiro ano fiz na Unimonte em Santos, ótima faculdade. Depois me transferi para a UniVap em São José dos Campos, onde concluirei meu curso.


4) Você acha que o mercado de trabalho é bastante vasto para este profissional?

Everton: Acho, sem dúvida alguma, são mais de 35 áreas para se especializar.


5) Você acha que no Brasil é fácil ser biomédico?

Everton: Não. A minha opinião não diverge da maioria, acho que o biomédico além de sofrer preconceito, não tem nenhuma área exclusiva. Essa situação é bastante desconfortável, e o conselho a meu ver não parece ser muito eficaz na luta por conseguir concursos públicos. O da marinha por exemplo, é um insulto. Eles colocam um adendo somente dizendo que biomédico pode fazer e nos dão a mesma prova que dão para os concorrentes de farmácia com ênfase em analise clínica. É um fato que apesar de não termos uma área exclusiva, a análise clínica é suprema na biomedicina, e nenhum outro curso de graduação tem tantas horas dedicadas exclusivamente a isso.


7) Você imagina que terá grandes oportunidades de emprego após a formação?

Everton: Acho isso bastante possível. Como pretendo continuar estudando, fazer estrictu sensu, latu sensu e doutorado, não vejo grandes dificuldades em conseguir um trabalho que me agrade. No caso, muito me interessa a carreira de professor universitário, além da de analista ambiental.


8) Como você escolheu o curso?

Everton: Estava em busca de um curso onde eu pudesse realizar pesquisas, tentar descobrir curas, tratamentos entre outros. A biomedicina, em sua vertente de pesquisa, atende significativamente esse meu objetivo.


9) Como você conheceu a profissão?

Everton: Eu descobri a biomedicina na internet, através de um blog como este.


10) Teve algum momento especial que fez você ter certeza de que biomedicina é o que você quer na vida?

Everton: Sim. O primeiro ano de biomedicina é muito interessante. Senti isso o primeiro ano todo.


11) Quais são as principais dificuldades enfrentadas no curso?

Everton: Eu nunca tive problemas com as matérias do curso, além da freqüência nas aulas ( gosto de estudar sozinho, e não de ir a aula). No entanto, geralmente os estudantes costumam ter dificuldade em química geral, físico química, química orgânica 1, anatomia 1 e 2 ,bioquímica 1 e 2, biologia molecular e as vezes em imunologia 1 e 2 e imunologia clínica. Os livros são caros, mas sempre os encontrei nas bibliotecas e na internet para download.


12) Qual a maior satisfação que você tem ao estudar o curso?

Everton: O poder que a biomedicina me deu é minha maior satisfação. Hoje sou capaz de cultivar microorganismos, de clonar bactérias ( o principio da clonagem é o mesmo para uma bactéria, uma ovelha ou um homem), sei exatamente o que significa as informações das embalagens dos alimentos e para que serve cada nutriente daqueles. Sei fazer programas de exercício físico, dietas, posso dar orientações e esclarecimentos sobre o funcionamento do organismo, de fármacos, tóxicos, cirurgias, patologias entre outras coisas. Temos um conhecimento teórico bastante pavimentado sobre tudo o que envolve o corpo humano.


13) As pessoas costumam confundir muito a biomedicina com a medicina. Qual é a principal diferença?

Everton: Sim, confundem. Eu diria que a biomedicina tem o conhecimento teórico sobre o homem. É como se fossemos um médico teórico, mas não aprendemos praticas invasivas ou cirúrgicas e isso nos diferencia dos médicos. Os médicos aprendem certas coisas com maior profundidade que os biomédicos, por outro lado eles não sabem o mesmo que nos sobre exames e microorganismos e talvez até genética. Entendam, estou me referindo a uma comparação entre um graduando de medicina com um graduando de biomedicina. No entanto, no geral os médicos sabem tudo o que sabemos ( hora com mais profundidade, hora com menos profundidade que nos), já nos não sabemos tudo que eles sabem.


14) Você acha que os biomédicos são bem remunerados? Existe uma grande diferença de salário entre as áreas de atuação deste profissional?

Everton: Acho que a remuneração é adequada. Apesar de ser baixa, temos de levar em conta a lei de oferta e procura. O ganho do biomédico somente irá aumentar quando ele tiver uma área onde somente ele possa atuar. Existem áreas que pagam bem, ou que dão autonomia, oferecendo salários acima de 4 mil reais.


15) Quais áreas seriam essas?

Everton: Além da perícia criminal, temos as seguintes áreas: Perfusão extra-corpórea, bromatologia, imaginologia e análise ambiental.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Atualidades Médicas

Células da Coxa para o Coração

É evidente que o transplante de coração não é a melhor solução ou a melhor técnica usada em pacientes com doenças cardíacas devido ao alto grau de risco da cirurgia, da falta de doadores da rejeição que pode acontecer.
Por este motivo vários pesquisadores vêm estudando uma solução que tudo indica ser mais simples.
O diretor do programa de transplantes de coração da Universidade de Michigan, Francis Pagani realizou cultura de células musculares da coxa de pacientes que esperam por um transplante e injetou as células no coração destas pessoas. Quando os pacientes receberam o coração sadio, Francis Pagani examinou os órgãos removidos (doente). Notou-se algo realmente surpreendente, as células novas que Pagani havia injetado no coração doente do paciente haviam sobrevivido e estavam começando a formar fibras musculares.
Pagani observou que houve indícios de que as células transplantadas melhoravam a função cardíaca. Além disso o uso de células musculares do próprio paciente evitava o risco de rejeição, ou seja não existia o risco de rejeição da célula nesta técnica pois se trata de um autoenxerto. Essa é uma técnica muito mais fácil e muito menos controversa do que o transplante de células tronco embrionárias.

domingo, 11 de outubro de 2009

Entenda um pouco sobre a DOR

Afinal o que é Dor?


A dor é uma sensação muitto desagradável, que normalmente varia desde desconforto leve até um desconfroto mais severo.

A dor está normalmente associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e/ou emocional. É uma resposta que indica e/ou mostra que tem algo de errado com o organismo, é uma indicação que o indivíduo precisa se tratar.

Sendo assim a dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais, e sso ocorre quando acontece algo de errado no organismo, quando o organismo perde a homeostasia.

Existe três tipos de estímulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios.

- As variações mecânicas ou térmicas que irá ativar diretamente as terminações nervosas ou receptores.
- Os fatores químicos que são libertados na área da terminação nervosa, que incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra-celular
- Os fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, a histamina e algumas enzimas.

A origem da Dor
A origem da dor pode ser central (Sistema nervoso central) ou periférica. Nesta última são encontradas alterações nos distintos subtipos de fibras nervosas, enquanto na dor central as alterações são mais complexas e envolvem vias aferentes, diferentes circuitos cerebrais e a modulação descendente. (Veja a figura)
A fisiologia da condução de um estímulo nervoso envolve quatro componentes funcionais, que podem transformar os sinais de entrada em liberação de neurotransmissores.

O primeiro componente funcional é um sinal de entrada (input) que, após fazer contato com um receptor dendrítico com suficiente intensidade, induz a geração de um potencial receptor, o que transforma um estímulo sensitivo doloroso em sinal elétrico local.
O segundo componente funcional é o sinal de integração. Como o potencial receptor local não pode por si gerar um potencial de ação, deve ser modificado por uma transmissão ativa adicional. Caso os
potenciais do receptor desenvolvam uma soma integrada suficientemente excitatória, será iniciado o potencial de ação. Caso não se gere esse potencial de ação, o sinal de entrada se dissipa sem que haja resposta perceptível.
O terceiro componente funcional da condução nervosa é a propagação continuada d potencial de ação para a medula espinhal. O axônio nervoso é o componente anatômico do sistema nervoso responsável pela propagação do potencial de ação. A lesão traumática do axônio é comum, devido à fia freqüentemente longa e tortuosa até a medula espinhal, que torna o axônio vulnerável a uma lesão.
O quarto componente funcional é a ascenção do estímulo às estruturas do sistema nervoso central. O corno dorsal é a região da medula espinhal cujo propósito principal é receber o estímulo aferente (que chega da região da lesão), modifica o sinal de entrada de acordo com as influências descendentes dos centros cerebrais superiores e liberar a
informação resultante aos centros cerebrais superiores para continuar o processo de compreensão da dor e do local de lesão.
Mesmo admitindo-se que a percepção da dor é igual em pessoas sadias, alguns fatores têm influência definida sobre o limiar de dor de cada indivíduo.
Estados emocionais - O limiar depende em grande parte da atitude do paciente frente ao procedimento do operador e ao ambiente. Em regra geral, pacientes emocionalmente instáveis têm baixos limiares. Pessoas muito preocupadas, mesmo que suas preocupações não estejam relacionadas com seu problema odontológico, tem seu limiar de dor diminuído.
Fadiga - É fator de grande importância para o limiar de dor. Os pacientes descansados e que tenham dormido bem antes de uma experiência desagradável têm um limiar de dor muito mais alto que outros, fatigados e com sono. É essencial que uma boa noite de sono preceda o tratamento.
Idade - Os adultos tendem a tolerar mais a dor, apresentando portanto limiar mais alto que os jovens e as crianças. Talvez a compreensão que experiências desagradáveis são parte da vida influam na pessoa. Nos casos de senilidade a percepção da dor pode apresentar-se alterada.
Raça - As raças que apresentam indivíduos mais emotivos como os latino-americanos e os europeus meridionais têm limiar mais baixo que os norte-americanos e europeus setentrionais.
Sexo - O homem tem limiar mais alto que a mulher. Isso talvez reflita o desejo do homem de manter sua impressão de superioridade, fazendo esforço maior para tolerar a dor.
Medo - O limiar diminui à medida que o temor aumenta. Os pacientes medrosos e apreensivos tendem a aumentar exageradamente sua expectativa negativa. Esses pacientes são hiperreativos e tornam a dor fora de proporção em relação ao estímulo que a causou. É essencial que o operador adquira a confiança do paciente para levar o tratamento a bom termo.

Entenda mais sobre a neurofisiologia da Dor com a Drª Shirley de Campos: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias.php?noticiaid=10508&assunto=Neurologia/Neuroci%C3%AAncias

Visite o site da Sociedade Brasileira da Dor: http://www.dor.org.br/index.asp

sábado, 10 de outubro de 2009

Saiu na Revista do Biomédico


Biomédica Coordena Banco de Sêmen!!!!

A Biomédica Juliana Ornelas é gestora em uma das principais Clínicas de Reprodução do país.
Saiu na Revista de Biomedicina edição 88!

A Reprodução Assistida aqui no Brasil está cada vez mais acessível a populçao em geral. O número de casais que procuram clínicas especializadas em Reprodução Assistida vem aumentando consideravelmente. Para os biomédicos é uma ótima área de atuação, em hospitais públicos.
Este tipo de tratamento, já feito gratuitamente no estado de São Paulo.
A Reprodução Assistida é um conjunto de técnicas, utilizadas por Biomédicos especializados, que tem como principal objetivo tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar. Muitas vezes essas dificuldades, até mesmo a infertilidade do casal ou um de seus membros, podem trazer sérios prejuízos ao relacionamento conjugal, sendo assim extremamente fundamental esse tipo de tratamento para o casal.

Texto protegido por direitos autorias, NÃO COPIE, a reprodução deste texto é crime, lei do direito autoral!*

Experimentos com Animais de Laboratório

Animais de laboratório são exclusivamente usados em experiências científicas e teste, para comprovar a eficiência de produtos, tais como as vacinas, medicamentos ou outros tratamentos. Este, com certeza é um assunto que gera muita polêmica, mesmo sabendo que estes animais podem trazer muitos benefícios para toda a humanidade, existem muitas ONGs que lutam contra o uso destes animais em pesquisas Eles costumam a ter os seguintes argumentod: O que nos dá o direito de usar animais? Para muitos é evidente que existe um preconceito entre as espécies.

Devido a falta de informação, e a imagem que a mídia passa para o público em geral são sempre de cenas ruins, são estas imagens mostradas publicamente que despertam uma grande fúria para as associações protetora dos animais. Muitas ONGs acham completamente antiético colocar animais indefesos em um constante sofrimento, que foram roubados de seu meio natural para serem colocados em gaiolas, sendo usados para experimentos que muitas vezes são muito dolorosos e sem anestésico, pelo fato de tentar não interferir no resultado final.
Mas nos experimentos com animais não só levam a questões ruins, mas possuem seus aspéctos positivos em relação a ciência, principalmente para a medicina e a medicina veterinária. O grande avanço da fisiologia e da fisiopatologia que temos hoje, foi com certeza devido a experimentação com animais, e muitas inovações incorporadas aos cuidados em saúde humana poderiam não ter sido possíveis sem a prática com os animais de laboratório. São as pesquisas que trazem esperanças para os seres humanos. É evidente que essas pesquisas com animais trazem muitos benefícios para a população em geral.
De fato, os animais de laboratório devem ser usados sim, desde que obedeça as leis, pois realmente é necessário.
Na revista Galileu, maio de 2008, destaca a prática de animais sendo usados em pesquisa de cosméticos, nesta pesquisa era usado o coelho até a perda completa da visão, em 1980 o Jornal New York Times coloca em destaque uma página inteira com a frase: "Quantos coelhos a REVLON cega em nome da beleza?" Este artigo gerou muita polêmica, com certeza muitos não acham isso ético. Atualmente pesquisas na área de cosméticos não estão mais sendo feitas em animais.
Deixar animais sofrendo em nome da beleza, é completamente diferente, para a maior parte das pessoas, mas usar estes animais para aliviar o sofrimento humano e curar doenças é bem diferente.
Atualmente os experimentos estão sendo planejados para evitar estresse, dor ou sofrimento desnecessário aos animais. A escolha dos delineamentos experimentais deve selecionar aqueles que utilizam menor número de animais, que envolvem menor grau de sensibilidade neurofisiológica, ou seja, causam menor dor, sofrimento, estresse e prejuízos futuros.
É importante saber que em grande parte, os resultados da experimentação animal justificam a sua utilização em pesquisa. Assim, do ponto de vista ético, ainda que esses resultados não sejam significativos, a sua comunicação é crucial. Resultados válidos e precisos fornecem informações úteis para a decisão sobre os tratamentos que devem ser levados adiante em ensaios clínicos. Vários métodos já estão disponíveis para avaliar a importância da pesquisa com animais, e talvez, o melhor modo de produzir evidências seja a revisão sistemática dos estudos com animais.

Todos os produtos como medicamentos, alimentos e vacinas precisam ser testados para se verificar se eles são eficazes para o que se destina e se eles não possuem algum componente que possa prejudicar a saúde das pessoas. Os testes são feitos através de uma amostragem de lotes produzidos para que assim se possa diminuir ao máximo o número de animais utilizados, usando a ética.
O grande problema entre os defensores dos animais, é que a maioria deles querem o fim total das pesquisas feitas em animais. Para isso seria necessário a substituição dos animais por outras alternativas, como culturas celulares in vitro, modelos computadorizados, simuladores e até placenta humana. Esta polêmica não se baseia mais numa atitude meramente sentimental e caridosa em relação aos animais indefesos, luta-se contra a ciência ultrapassada, que ainda faz uso de animais em suas pesquisas.
Foto de Auriléia Britto
Mas não são todos os problemas que podem ser identificados com estudos in vitro, identificar se uma substância é cancerígena está completamente fora do alcance entre muitos outros estudos que necessariamente dependem do uso de animais.
Hoje, essa técnica de substituição de animais de laboratório é usada muitas vezes. Vários animais eram eutanasiados anualmente nas aulas de medicina, atualmente algumas universidades adotaram outro recurso, é o caso da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) está, desde 2002 a instituição de ensino usa ratos inteiramente de PVC e podem ser reutilizado milhares de vezes, este animal permite cerca de 25 técnicas diferentes de microcirurgia.
Os animais de laboratório são importantes, ainda dependemos deles, é impossível substituir eles. Pense nas milhões de mortes que foram evitadas graças a utilização de animais de experimentação. Tratamentos para hipertensão arterial, câncer, doenças de Parkinson e Alzheimer, doenças parasitárias e infecciosas, a grande descoberta das vacinas contra a pólio, sarampo, difteria, tétano, hepatite, febre amarela, anticoncepcionais, diuréticos e muitos outros, isso tudo é graças a esse tipo de pesquisa. Porém é difícil de dizer quem está com razão e o que vem a ser ética nas pesquisas.

*Texto de minha autoria: Angélica Martins Espinosa
Este texto está protegido por direitos autorais, portanto NÃO COPIE, a reprodução deste texto é crime! lei do direito autoral!!!*
Obs: As duas primeiras fotos são de autoria desconhecida

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Meu blog foi vítima de plágio!!


Existem verdadeiros Parasitas do meu Blog!!!

Bem, primeiramente gostaria de agradecer as pessoas que acompanham o meu blog, que dão críticas e sugestões. Graças a vocês meu blog está melhorando cada vez mais!!!

Mas já estão plagiando o meu blog, vários sites e blogs estão compiando textos que são de minha autoria e nem colocam referêcia! Um mocinho fez um blog exatamente como o meu, identico, uma verdareira cópia. Esse aí é um verdadeiro parasita pois se alimenta da minha criatividade!!!

O ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza contendo partes de uma obra ou até mesmo a obra inteira ( como foi meu caso ) que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original é crime!!!


Lei do direito Autoral:
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

*Esse texto está protegido por direitos autorais, portanto, NÃO COPIE sem a minha permissão!*

Entenda mais sobre o direito autoral no site da Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral

Ah, essa foto acima está sem autoria!